20 de ago de 2013

Criadores do NE continuam sofrendo com a falta de milho para os animais

Agricultores cadastrados em programa da Conab disparou na PB.
Milho mais barato, vendido pelo governo, não é suficiente.
 

Em algumas áreas da Paraíba, a chuva chegou e aliviou a situação do agricultor. No município de Queimadas, por exemplo, o acumulado do ano está em torno de 35 milímetros, metade do que estava previsto. O verde que se vê agora, não deve durar muito tempo.

Os agricultores chegam às quatro, cinco horas da madrugada para garantir a senha do atendimento que começa às oito da manhã no armazém da Conab, em Campina Grande.  A situação é reflexo do aumento na procura pelo milho do governo e não acontece só na Paraíba, mas em vários estados do Nordeste.

Em Brasília, a informação do Ministério da Agricultura é que os estoques públicos de milho são de 180 mil toneladas, quantidade que é pequena e já está comprometida para ser enviada ao Nordeste.

Assista ao vídeo com a reportagem completa e veja a entrevista do secretário de Política Agrícola Neri Gueller, que fala sobre o colapso na situação e a demanda do Nordeste.

A grande procura pelo milho do governo acontece por causa do preço mais barato. A saca de 60 quilos é vendida a R$ 18,12, valor bem abaixo do mercado, que na Paraíba gira em torno de R$ 50, R$ 60.

O segundo semestre é o pior período para os agricultores do Nordeste porque é justamente a época mais seca do ano.

Para continuar atendendo a região, o governo informa que já comprou 300 mil toneladas de milho e pretende adquirir mais 2,5 milhões de toneladas do Centro-Oeste.


G1

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