29 de set. de 2013

TINAN, EX-PREFEITO DE PEDRA LAVRADA, FOI CONDENADO À PRISÃO: VEJAM!

O ex-prefeito de Alcantil Dunga Júnior foi condenado pelo juiz Jailson Suassuna por improbidade administrativa em virtude de irregularidades na aplicação de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O magistrado aplicou a pena de suspensão de direitos políticos por cinco anos, e três anos sem poder contratar ou ocupar cargos públicos.

Irregularidades no Fundeb também provocaram a condenação do ex-prefeito  de Curral Velho Manoel Felisberto Gomes. Além de inelegibilidade por cinco anos, ele terá que devolver R$ 294 mil à prefeitura. Já o ex-prefeito de São José de Caiana Francisco Marcílio Fernandes vai reembolsar o município em R$ 202 mil e ficará inelegível por seis anos.

Por sua vez, o ex-prefeito de Cabedelo Dr. Júnior Farias foi condenado por irregularidades na realização de concurso público. Ele ficará inelegível por três anos. A Justiça também julgou procedente uma ação do MP contra a ex-prefeita de Boqueirão Joanita Leal. No entanto, ela terá apenas de ressarcir o erário com R$ 20,6 mil.

Já o ex-prefeito de Massaranduba Antonio Mendonça Coutinho vai devolver R$ 59 mil ao cofres públicos e multa de igual valor, além de suspensão dos direitos políticos por cinco anos, enquanto o ex-prefeito de Gurinhém Jorge Úrsulo Ribeiro ficou inelegível por três anos por prática de atos de improbidade administrativa.   

Ainda foram condenados por improbidade e tiveram os direitos políticos suspensos os ex-prefeitos Nivaldo Izidro Alves (Araruna), Erasmo Quintino de Abrantes (Lastro), José da Costa Maranhão (Borborema), José Sidney de Oliveira (Princesa Isabel), Adilson José de Azevedo (Baraúnas), Francisco Marques, o “Chicão” (Aroeiras)  e Damião Zelo de Gouveia Neto (São Vicente do Seridó), entre outros. 

Por crime de responsabilidade, foram condenados os ex-prefeitos Tinan Vasconcelos (Pedra Lavrada) e José Carlos Vidal (Gurjão) a um ano de detenção, o qual foi convertido em prestação de serviços à sociedade.  

Jornal da Paraíba

Um comentário:

  1. Sebastião de Vasconcelos Porto3 de outubro de 2013 10:40

    Quando o silêncio deve ser quebrado!


    O Povo da minha terra sabe muito bem o quanto venho sofrendo após estes quase nove anos de perseguição por parte dos meus adversários políticos. Mais que atacar meu trabalho ou minha filosofia de governo, trataram de atacar minha família, honra e dignidade, caluniando, difamando e lamentavelmente conduzindo até a própria justiça a cometer uma falha. Respeito o Poder Judiciário, mas divirjo de maneira lícita e pública da decisão, que certamente será corrigida na esfera recursal.
    Fui condenado injustamente e a " pena" foi revertida na prestação de serviço a Comunidade. Não temo nada disto por saber que Deus, em sua onisciência, sabe de toda verdade e um dia estas calúnias cairão por terra, mostrando que se a " pena" por pensar nos mais humildes é prestar serviços à Comunidade, já prestei serviços ao povo de Pedra Lavrada por toda minha vida pública, mas mesmo assim vou recorrer da sentença, que é um direito que me assiste.
    O próprio judiciário entende que não existe dolo da minha parte, tanto que nenhum débito foi imputado a minha pessoa e meus direitos políticos estão preservados. Sim, para desespero dos nossos adversários ainda posso votar e ser votado e cada dia se aproxima mais o fim desta era de perseguição e ódio.
    Cheguei a pensar em manter meu silêncio, mais as calúnias atingiram um grau de desrespeito que homem algum conseguiria ouvir tais ilações sem tomar providências e podem estar certos que as tomarei.
    Esta nota não é um adeus e aproveito para deixar para o povo da minha terra que a cada calúnia, a cada injustiça, me sinto mais fortalecido para lutar pelo bem dos mais carentes.. Aqueles que foram esquecidos pelo governo municipal e que vivem à margem, vendo poucos privilegiados desfrutarem de um luxo que em nada condiz com a região em que nascemos, muito em breve vão se levantar, como já ocorre em boa parte do País.
    Minha História foi lavrada nesta terra e como uma Pedra não vai ceder aos gritos dos acusadores, Ainda que a injustiça caia sobre meus ombros, não me dobrarei a sanha dos poderosos.
    Recorremos na lei e provaremos nossa inocência.
    Obrigado,
    TINAN

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